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Portador da covid-19 em S. A. de Jesus examina que pode ter pego a doença por um “capacete contaminado”

Foto: Reprodução
Na coletiva de imprensa no Centro Cultural nesta segunda-feira (11) em Santo Antônio de Jesus, o secretário Dr. Leandro Lobo afirmou que não poderia revelar detalhes do paciente que estava contaminado com a covid-19 no município (saiba mais aqui). Mais o repórter Itajaí Júnior, da Andaiá FM, descobriu e fez o contato com o segundo paciente contaminado da cidade, onde o mesmo confessou e também contou como pode ter adquirido a doença.
Por questão de segurança o nome, a profissão e o bairro onde o paciente mora foram preservados. Ele, de 53 anos, relatou que decidiu procurar atendimento médico quando sentiu falta de ar pela terceira vez, só que mais intensa. “Não vou a hospital por qualquer motivo. Senti a primeira falta de ar, mas veio fraca, tem uns oito a dez dias, Depois senti de novo e não deu mais. De quinta para sexta-feira (da semana passada) deu mais forte. Passei pela triagem, fui para a sala de observação. A equipe que me atendeu fez a coleta, mas o exame deu negativo. Hoje, segunda (11/5), pensei que estivesse livre, mas foi confirmado positivo”, contou.
O paciente trabalha na área de saúde e a falta de ar, cansaço e sensibilidade nos nervos despertaram a preocupação. “Quiseram me internar no Hospital Regional, mas eu recusei. Em casa a gente está livre de pegar uma infecção hospitalar. Eu moro sozinho. Lá eu não iria ficar sozinho, mas em uma enfermaria com mais três, quatro e poderia até agravar o quadro. Conversei com a médica e assinei um termo de responsabilidade que não sairia e ficaria quietinho, como está acontecendo”, disse ao repórter Itajaí.
Como os resultados dos testes de covid-19 demoram um pouco para sair em todo o Brasil, Ele iniciou uma quarentena em sua casa, onde vive sozinho. E diz que os sintomas mudaram e quadro de saúde está estável.
Ele acredita que a contaminação ocorreu em Santo Antônio de Jesus, embora em janeiro ele viajou para São Paulo. “A doença não iria ficar incubada esse tempo todo. Eu ando muito de mototáxi, quem sabe não foi um capacete contaminado? Vem gente dessas cidades circunvizinhas todas. Deus ajude eu não ter passado para ninguém, porque tive contato não foi com dez, 20 e nem 30 (pessoas), não”, afirmou.
  • Não descobriu no primeiro exame
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Informações: Andaiá FM – Texto: Cristina Pita
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