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Em ato violento, Prefeito de Iaçu corta quase metade dos salários de professores e coordenadores


Há mais de uma década no poder, Adelson Sousa de Oliveira - o prefeito milionário - governa a cidade com mãos de ferro e cumpre a promessa de vingança contra os professores que enfrentam os abusos da sua gestão. Congela os salários dos profissionais do magistério há três anos, aplicando um duro arrocho salarial, violando as leis municipais e desrespeitando direitos adquiridos.​​

Na manobra mais recente, professores e coordenadores perderam quase metade de seus salários relativos ao mês de março. Os cortes giram em torno de SETESSENTOS A MIL E QUATROCENTOS REAIS, um verdadeiro atentado à dignidade humana, pois a maior parte dos profissionais do magistério é composta por mulheres cujos proventos são essenciais para o sustento de suas famílias. ​


PARA AONDE VAI O DINHEIRO DOS CORTES?​​

Enquanto prefeitos anteciparam salários, entre outras medidas solidárias e humanitárias que foram adotadas para proteger as pessoas e garantir renda durante a pandemia do coronavírus, Adelson age com covardia e violência, usa a Administração Pública para se vingar dos educadores, cortando salários como toda e qualquer manifestação que denuncie o caos na sua gestão.​​

Só em repasses do Governo Federal, a prefeitura receberá neste ano quase vinte e dois milhões de reais, sem contar os recursos previstos ao município em forma de precatório do FUNDEF - a prefeitura sinaliza na LOA E PPA a magna quantia de sessenta e cinco mil reais. É muito dinheiro!​​

Iaçu não é referência em saúde, nem em geração de empregos, muito menos educação. Parece que a única coisa que cresce é a conta bancária dos gestores.​​
CABE PERGUNTAR AO PREFEITO: PARA ONDE VAI O DINHEIRO DO PROFESSOR QUE O SENHOR CORTOU? ESSE DINHEIRO VAI SER USADO PARA FINANCIAR A CAMPANHA DO SEU CANDIDATO NAS ELEIÇÕES?​​

PREFEITO FORA-DA-LEI​​

O prefeito Adelson não é pobre. Fez fortuna em suas fazendas ou na política? Com seu poder econômico, o gestor faz a sua própria lei no município. Viola a lei de eleição de diretores, colocando na direção das escolas seus apoiadores de campanha eleitoral.​​

Além da prepotência, não existem limites para sua fúria autóritaria, traduzida no corte de salários dos professores que denunciaram a política local de destruição do ensino. Assim, o prefeito fora-da-lei retira dos estudantes a garantia da reposição das aulas, que é um direito assistido pela LDB.​​

ANO PERDIDO, APRENDIZAGEM COMPROMETIDA​​


Com interrupções das aulas provocadas pelo avanço da pandemia do novo coronavírus, somando-se às paralisações em âmbito nacional e local - as quais prefeito e secretária mostram desinteresse em repor -, é inegável que o ano letivo está irremediavelmente comprometido. Fica prejudicada a aprendizagem de milhares de estudantes.​


SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO CONTROLA O CONSELHO DE EDUCAÇÃO​​


A Secretária de Educação, Senhora Rita de Cássia Sousa Maia, está há dois anos no cargo sem saber conduzir a política educacional. Os resultados pedagógicos são pífios, não há capacidade para a construção de projetos ou plano de Educação capaz de produzir resultados eficientes na rede. A pasta está lotada apenas com o objetivo de obter apoio de vereador outros aliados para assegurar que o grupo político do prefeito permaneça no poder. Em resumo, a Secretaria de Educação foi transformada em uma fábrica de números com intenção de encobrir os resultados do fracasso escolar, marca política do prefeito e sua equipe que nada entende sobre suas atribuições.​​

O Conselho Municipal de Educação está paralisado e não consegue se reunir para adotar as providências necessárias e pensar ações que minimizem problemas do setor. Além disso, a secretária faz manobras políticas para procrastinar as reuniões, espaços deliberativos, visto que parte dos membros do Conselho são funcionários contratados, coagidos a não agir diante da ameaça de uma possível demissão.​​

A rede municipal coleciona vários problemas: biblioteca pública fechada, turmas multisseriadas, diretores lotados nas escolas para fazer a política eleitoral do prefeito são exemplos da precarização do ensino. A gestão camufla os problemas e transforma o espaço escolar em depósito de alunos, quando deveria ser lugar de construção do saber e formação cidadã.​​

Também, a unidades escolares estão sendo esvaziadas - a rede perde estudantes porque as famílias estão indo embora de Iaçu, fugindo da pobreza e da falta de oportunidades de emprego. A escola pública perdeu centenas de alunos e a cidade perdeu aproximadamente mil e quinhentas pessoas em menos de dez anos.​​

​"A HISTÓRIA EM IAÇU SE REPETE ENQUANTO FARSA"​​


A gestão vendeu a promessa de um sonho, mas entregou para a população um terrível pesadelo: destruição da carreira do magistério, escolas não democráticas dirigidas por cabos eleitorais do prefeito, Secretaria de Educação sem rumo. Os mais afetados são professores e coordenadores, que adoecem no trabalho, e os alunos, que tem seu direito à educação pública de qualidade negado. "O futuro repete o passado".​​

"A história primeiro se repete enquanto farsa, depois como tragédia"​. ​

Iaçu, - o sonho que virou pesadelo


Fonte: APLB/IAÇU
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