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Golpe no WhatsApp atinge 1 milhão no Brasil e promete cupom de R$ 350 no Bolsa Família




Um novo golpe que circula no WhatsApp atrai vítimas usando como pretexto um falso cupom de material escolar supostamente ligado ao Bolsa Família. Segundo o laboratório de segurança digital dfndr lab, da PSafe, os links que acompanham a mensagem já foram acessados por mais de 1 milhão de pessoas desde o dia 15 de janeiro, quando foram detectados pela primeira vez. O número equivale a uma média de 70 mil novos usuários afetados por dia.
Em comunicado, a Secretaria Especial de Desenvolvimento Social informou que a informação é falsa. O ataque é direcionado a beneficiários do programa social e se aproveita do período de volta às aulas de 2020 para prometer um vale de R$ 350. “BOLSA ESCOLA 2020: Quem tem Bolsa Família o Governo Federal está dando um bônus de até R$350,00 para comprar material escolar 2020. Confira se você tem direito ao benefício”, diz a mensagem que circula pelas redes.
A Secretaria Especial de Desenvolvimento Social emitiu comunicado alertando que a informação é falsa. Há um Projeto de Lei que prevê um benefício semelhante, mas que se encontra em tramitação — ou seja, ainda não foi aprovado. A nota oficial disse também que “na página do Ministério da Cidadania há informações atualizadas sobre o Programa Bolsa Família e sobre outros programas sociais do Governo Federal”.
O golpe segue o padrão de outras fraudes semelhantes que costumam se alastrar pelo WhatsApp. O usuário recebe uma mensagem que busca pescar a atenção do usuário oferecendo o suposto voucher de R$ 350 para compra de materiais e traz um link. Ao clicar, a pessoa é levada para uma página externa em que o ataque é, de fato, realizado.
As vítimas são levadas a responder um questionário de três perguntas, com as questões “Você já tem o Bolsa Família?”, “Você está com seu cadastro em dia?” e “Possui cartão cidadão para realizar o saque do benefício?”. Independentemente das respostas dadas, a página diz confirmar a existência do suposto benefício, mas, para liberá-lo, exige que a pessoa compartilhe o link com seus contatos. Esse tipo de estratégia é sempre realizado com o objetivo de proliferar o ataque rapidamente.
Assim como nos golpes do emprego falso, do aniversário da Nike, do panetone da Bauducco e de redes de fast-food como Burger King e McDonald’s, o site falso exibe uma porção de comentários forjados de outras pessoas que já teriam conseguido o benefício.
Na sequência, o usuário é levado a permitir o recebimento de notificações daquele site no navegador, função que costuma ser explorada mais tarde como vetor para ataques que podem envolver o roubo de informações e até dinheiro da vítima. O benefício supostamente ligado ao Bolsa Família nunca chega a ser disponibilizado.

Como se proteger?

É importante sempre desconfiar de promoções e benefícios tentadores que chegam por meio de correntes de WhatsApp. Na dúvida, apague a mensagem e desconsidere seu conteúdo para se proteger de eventuais golpes.
No caso de supostos programas governamentais, procure por informações divulgadas por jornais, revistas e sites de notícias reconhecidos, já que iniciativas do tipo tendem a ganhar cobertura farta. É importante também checar diretamente no site do órgão responsável — no caso do Bolsa Família, a Secretaria Especial de Desenvolvimento Social (www.desenvolvimentosocial.gov.br).
É importante também ter cuidado redobrado com qualquer link recebido no aplicativo de mensagens. Um bom antivírus no celular Android ou iPhone (iOS) pode bloquear o acesso a páginas perigosas. Verificadores online de links também podem ajudar, como o da própria PSafe (www.psafe.com/dfndr-lab).
Fonte TechTudo
Em comunicado, a Secretaria Especial de Desenvolvimento Social informou que a informação é falsa. O ataque é direcionado a beneficiários do programa social e se aproveita do período de volta às aulas de 2020 para prometer um vale de R$ 350. “BOLSA ESCOLA 2020: Quem tem Bolsa Família o Governo Federal está dando um bônus de até R$350,00 para comprar material escolar 2020. Confira se você tem direito ao benefício”, diz a mensagem que circula pelas redes.
A Secretaria Especial de Desenvolvimento Social emitiu comunicado alertando que a informação é falsa. Há um Projeto de Lei que prevê um benefício semelhante, mas que se encontra em tramitação — ou seja, ainda não foi aprovado. A nota oficial disse também que “na página do Ministério da Cidadania há informações atualizadas sobre o Programa Bolsa Família e sobre outros programas sociais do Governo Federal”.
O golpe segue o padrão de outras fraudes semelhantes que costumam se alastrar pelo WhatsApp. O usuário recebe uma mensagem que busca pescar a atenção do usuário oferecendo o suposto voucher de R$ 350 para compra de materiais e traz um link. Ao clicar, a pessoa é levada para uma página externa em que o ataque é, de fato, realizado.
As vítimas são levadas a responder um questionário de três perguntas, com as questões “Você já tem o Bolsa Família?”, “Você está com seu cadastro em dia?” e “Possui cartão cidadão para realizar o saque do benefício?”. Independentemente das respostas dadas, a página diz confirmar a existência do suposto benefício, mas, para liberá-lo, exige que a pessoa compartilhe o link com seus contatos. Esse tipo de estratégia é sempre realizado com o objetivo de proliferar o ataque rapidamente.
Assim como nos golpes do emprego falso, do aniversário da Nike, do panetone da Bauducco e de redes de fast-food como Burger King e McDonald’s, o site falso exibe uma porção de comentários forjados de outras pessoas que já teriam conseguido o benefício.
Na sequência, o usuário é levado a permitir o recebimento de notificações daquele site no navegador, função que costuma ser explorada mais tarde como vetor para ataques que podem envolver o roubo de informações e até dinheiro da vítima. O benefício supostamente ligado ao Bolsa Família nunca chega a ser disponibilizado.

Como se proteger?

É importante sempre desconfiar de promoções e benefícios tentadores que chegam por meio de correntes de WhatsApp. Na dúvida, apague a mensagem e desconsidere seu conteúdo para se proteger de eventuais golpes.
No caso de supostos programas governamentais, procure por informações divulgadas por jornais, revistas e sites de notícias reconhecidos, já que iniciativas do tipo tendem a ganhar cobertura farta. É importante também checar diretamente no site do órgão responsável — no caso do Bolsa Família, a Secretaria Especial de Desenvolvimento Social (www.desenvolvimentosocial.gov.br).
É importante também ter cuidado redobrado com qualquer link recebido no aplicativo de mensagens. Um bom antivírus no celular Android ou iPhone (iOS) pode bloquear o acesso a páginas perigosas. Verificadores online de links também podem ajudar, como o da própria PSafe (www.psafe.com/dfndr-lab).
Fonte TechTudo

BRASIL

Brasil registra 16 casos suspeitos de coronavírus; veja dados

Feirão Atacadão

O Ministério da Saúde atualizou em 16 o número de casos considerados suspeitos de coronavírus no país. Segundo balanço divulgado às 12h deste sábado (1º/2), já foram descartados outros dez casos.
A unidade federativa que apresenta maior número de casos suspeitos é São Paulo, com 8 ocorrências. Duas suspeitas já foram descartadas no estado. O Rio Grande do Sul registra, neste momento, 4 casos suspeitos; outros três já foram descartados.
Em Santa Catarina, até o momento, já foram levantadas 2 suspeitas; dois outros casos foram descartados. A lista inclui ainda o Paraná e o Ceará, com um caso suspeito em cada.
HISTÓRICO
Os coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960 e já estiveram associados a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de 8 mil pessoas. Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.
A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da Organização Mundial da Saúde (OMS) na China buscava respostas para casos de uma pneumonia de etiologia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan.
Na última quinta-feira (30/1), a OMS declarou estado de emergência global em saúde devido ao coronavírus. 
Nesta semana, a Agência Brasil publicou matéria esclarecendo as principais dúvidas com relação ao novo coronavírus. (Agênciabrasil)
coronavirus
EM TEMPO
Neste sábado, a OMS atualizou para 11.953 o número de casos confirmados de coronavírus em todo o planeta. Deste total, 11.821 foram identificados em território chinês. O total de mortos permanece estável: 259 casos. Todos na China.
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BRASIL

Governo descarta enviar aviões da FAB para retirar brasileiros da China

Universo

O presidente Jair Bolsonaro descartou neste sábado, 01, enviar aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) à China para trazer os brasileiros que estão na região de Wuhan, epicentro do surto de coronavírus. Nos bastidores, fontes do governo alegam problemas diplomáticos, jurídicos e orçamentários para a ação e, principalmente, a falta de uma legislação específica para lidar com casos que recomendam a adoção de quarentena. Atualmente, o Brasil não dispõe de nenhuma lei sobre o assunto.
Todos os cenários e possibilidades são avaliados diariamente pelo Palácio do Planalto e pelo gabinete de crise montado no Ministério da Saúde. Autoridades do governo reconhecem inclusive, que a postura preliminar, de não enviar aeronaves para buscar os brasileiros, pode ser revista se houver algum dado novo.
O presidente se diz “muito preocupado” com a contaminação do coronavírus e a possibilidade de a doença chegar ao país. Por isso, tem pedido, diariamente, para ser informado sobre a evolução dos fatos e conversa, por telefone e pessoalmente, com os envolvidos no acompanhamento do caso.
Ao menos por enquanto, o governo não cogita seguir a postura de países como Estados Unidos, Inglaterra e Austrália, que temendo o coronavírus, fecharam suas fronteiras para viajantes que vem ou passaram pela China.
Na sexta-feira, 31, em reunião no Palácio da Alvorada, todas as hipóteses para enfrentamento da crise foram debatidas entre Bolsonaro e os integrantes do gabinete de crise. A ideia é evitar surpresas e se preparar para todos os cenários possíveis.
Até agora, o Brasil tem apenas casos suspeitos, mas nenhuma confirmação de contaminação por coronavírus. Para o governo, porém, isso é uma questão de tempo e, dependendo da gravidade, pode demandar até mesmo decretação de calamidade pública – situação que permitiria a adoção de medidas extraordinárias.
Como o Brasil não tem legislação que permita obrigar a quarentena em caso de epidemias e doenças, uma solução seria editar uma medida provisória ou enviar um projeto de lei em regime de urgência ao Congresso, para permitir, no menor prazo possível, a aprovação de uma lei sobre o tema.
Na sexta-feira, na entrevista que concedeu após a reunião com o gabinete de crise, Bolsonaro evitou falar em medida provisória e disse que ações com esse objetivo precisam da aprovação do Congresso Nacional.
“O grande problema que nós temos pela frente é que nós não temos uma lei de quarentena. Ao trazer brasileiro para cá, é nossa ideia, obviamente, colocá-los em quarentena. Mas qualquer ação judicial os tira de lá e aí seria uma irresponsabilidade”, declarou o mandatário, afirmando que, para trazer os brasileiros de volta, será preciso ter a certeza de não contaminação.
“Quem tiver qualquer possibilidade, qualquer sintoma, não embarcaria e, chegando aqui, pela ausência da lei da quarentena, nós temos que discutir com o Parlamento. Nós vamos decretar a quarentena, com toda certeza, numa base militar, longe de grandes centros populacionais, para que a gente não cause pânico”, comentou.
“Se nós não tivermos ‘redondinho’ (sic) no Brasil, não vamos buscar ninguém”, disse, acrescentando que “quem quiser vir para cá tem que se submeter aos trâmites de proteção dos 210 milhões que estão aqui”. (Correio)
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BRASIL

Brasileiros em Wuhan gravam apelo a Bolsonaro pedindo retirada da China

Casa São Luiz

Um grupo de brasileiros que está na China gravou um vídeo com apelo ao presidente Jair Bolsonaro pedindo a retirada de cidadãos do país da área afetada pelo surto do coronavírus. Eles estão na em Wuhan, província de Hubei, epicentro da doença.
O vídeo foi publicado na manhã deste domingo (2), embora esteja datado como 30 de janeiro, e traz os brasileiros lendo uma carta-aberta. Eles citam operações de evacuação feitas por outros países. Dizem também que estão dispostos a passar por um período de quarentena fora da China.
O presidente Bolsonaro até agora tem descartado a possibilidade de repatriar os brasileiros. Na sexta (31), disse que o governo estuda estratégias para ajudar os cidadãos que vivem na China e querem voltar ao Brasil. Disse que existem, contudo, entraves diplomáticos, jurídicos e orçamentários para fazer esse resgate. No mesmo dia, Bolsonaro se reuniu com ministros no Palácio da Alvorada para discutir a situação dos brasileiros.
No vídeo, os brasileiros se revezam na leitura da carta. Eles afirmam que o governo chinês está oferecendo colaboração nas operações de resgate, que já foram feitas por EUA, Reino Unido, Austrália e outros. O período de quarentena fora da China tem sido de 14 dias, apontado como tempo máximo para que sintomas do coronavírus se manifestem.
Não há legislação específica sobre a quarentena de brasileiros em território nacional após desembarque e isso estaria entre os motivos para o governo hesitar em seguir com a operação. Os brasileiros dizem no vídeo que, se necessário podem cumprir este período em algum local seguro fora do Brasil, depois de deixarem a China.
Para deixar a região de Wuhan é preciso de autorização expressa do governo chinês, que impôs uma regra de que ninguém deve sair de lá desde que surgiram os primeiros casos do coronavírus. Cidadãos estrangeiros têm recebido essa autorização em caso de programa de evacuação conduzido pelo governo do país em questão. Fonte: Correio24horas.
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