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Estudantes têm até hoje (18) para se inscrever no Enem

Termina hoje (18) às 23h59 (horário de Brasília) o prazo para os estudantes se inscreverem no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018. As inscrições são feitas pela internet, na página do participante. Mesmo os candidatos que pediram a isenção da taxa do Enem devem fazer a inscrição para a prova. Para se inscrever, o participante deverá apresentar o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física) e do documento de identidade e criar uma senha. O candidato precisa também informar um endereço de e-mail válido e um número de telefone fixo ou celular, que será usado para enviar informações sobre o exame. O pagamento da taxa de inscrição para quem não conseguiu a isenção, no valor de R$ 82, deve ser feito até 23 de maio nas agências bancárias, casas lotéricas e agências dos Correios. Com o fim do prazo de inscrição, também fica encerrada a possibilidade de alterar dados cadastrais, o município onde o estudante quer fazer a prova e a opção de língua estrangeira. Os candidatos que precisarem de atendimento especializado têm que fazer o pedido no ato da inscrição. Para o uso do nome social na prova do Enem, o pedido poderá ser feito entre os dias 28 de maio e 3 de junho. As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, nos dias 4 e 11 de novembro. Os resultados serão divulgados em janeiro. Fonte:Agencia Brasil

Inscrições para o Enem começam nesta segunda (7), veja detalhes


As inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) começam às 10h de segunda-feira (7) e vão até o dia 18 de maio. Mesmo os candidatos que pediram isenção da taxa de inscrição no Enem devem se inscrever, na página do participante. As informações são da Agência Brasil.

O pagamento da taxa de inscrição para quem não conseguiu a isenção, no valor de R$ 82,00, pode ser feito até o dia 23 de maio, nas agências bancárias, casas lotéricas e agências dos Correios.

Para fazer a inscrição, o participante deverá apresentar o número do CPF e do documento de identidade e criar uma senha. 

O número de inscrição gerado e a senha cadastrada deverão ser anotados em local seguro, pois serão solicitados para o acompanhamento da situação da inscrição na página do participante. Esses dados também serão usados para consulta do Cartão de Confirmação da inscrição e para a obtenção dos dados individuais dos candidatos.

Na hora da inscrição, o candidato deverá informar um endereço de e-mail válido e um número de telefone fixo ou celular, que serão usados para enviar informações sobre o exame. Também deve ser indicado o município onde o candidato quer realizar o exame e a língua na qual quer fazer a prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol).

ATENDIMENTO

O candidato que necessitar de atendimento especializado ou específico deve fazer essa solicitação no ato da inscrição. O atendimento especializado pode ser pedido para pessoas com problemas como baixa visão, cegueira, deficiência física, deficiência auditiva, deficiência intelectual, dislexia ou autismo.

O atendimento específico pode ser solicitado para gestante, lactantes, idosos, estudantes em classe hospitalar ou com outras condições específicas.
Os candidatos travesti ou transexuais que desejarem também poderão pedir atendimento pelo nome social.

PROVAS

As provas do Enem deste ano serão realizadas em dois domingos, nos dias 4 e 11 de novembro. o primeiro dia da prova, que reúne redação e questões de linguagens e ciências humanas, terá cinco horas e meia de duração e o segundo dia, com questões de ciências da natureza e matemática, terá cinco horas.

Os resultados do Enem poderão ser usados em processos seletivos para vagas no ensino superior público, pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo ProUni (Programa Universidade para Todos) e para obter financiamento pelo Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

Inscrições para o Encceja começam nesta segunda-feira, saiba como se inscrever


Agência Brasil - As inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja Nacional) deste ano serão abertas às 10h de hoje (16). 


O prazo para fazer a inscrição termina no dia 27 de abril. As provas serão realizadas no dia 5 de agosto. O sistema de inscrição pode ser acessado na página do Encceja na internet.

O exame é direcionado aos jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada para cada nível de ensino. Os participantes devem ter, no mínimo, 15 anos completos na data de realização do exame, para quem busca a certificação do ensino fundamental. 

Quem busca a certificação do ensino médio tem que ter, no mínimo, 18 anos completos na data de realização do exame. A participação é voluntária e gratuita.

Durante a inscrição, o participante deve ficar atento à seleção das áreas de conhecimento. Quem quer o certificado de conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio precisa ter proficiência nas quatro áreas do conhecimento e na redação. 

Mas o participante que já tem alguma declaração parcial de proficiência, obtida em edições passadas do Enem ou do próprio Encceja, fica liberado de fazer a prova da área na qual já tem proficiência comprovada. Na inscrição, o participante também precisa escolher a instituição na qual pretende solicitar a certificação ou a declaração parcial de proficiência.

Os resultados individuais do Encceja permitem a emissão de dois documentos: a certificação de conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio, para o participante que conseguir a nota mínima exigida nas quatro provas objetivas e na redação, e a declaração parcial de proficiência, para o participante que conseguir a nota mínima exigida em uma das quatro provas, ou em mais de uma, mas não em todas.

Também serão realizados neste ano o Encceja para quem mora no exterior, para adultos submetidos a penas privativas de liberdade e para adolescentes sob medidas socioeducativas que incluam privação de liberdade.

Enem e Prouni anunciam novos prazos; confira

Interessados em pedir a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tem até às 23h59 de 15 de abril para fazer a solicitação. O prazo foi estendido também para aqueles que precisam justificar a ausência na edição de 2017, requisito obrigatório para quem teve direito à gratuidade na edição do ano passado, mas faltou à aplicação, e ainda quer requerer a isenção no Enem 2018. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep), a mudança tem como objetivo dar mais tempo para que os participantes possam se adequar as novidades desta edição. Já o prazo para as inscrições para as bolsas remanescentes do Programa Universidade para Todos (Prouni), no caso dos alunos que ainda não estão matriculados nas instituições de ensino superior, foi estendido para segunda-feira (9). O período de inscrição para os alunos que já estão matriculados, no entanto, permanece até o dia 30 de abril. Ao todo, serão ofertadas 112,8 mil bolsas remanescentes. Pode se candidatar a uma bolsa remanescente quem for professor da rede pública de ensino ou que tenha participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com nota superior a 450 pontos e acima de zero na redação. Fonte : Ministério da Educação e da Agência Brasil

Inscrições para o Prouni estão abertas e vão até sexta-feira, 9

As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) foram abertas nesta terça-feira, 6. Os interessados em obter uma bolsa de estudos em uma das 2.976 instituições de ensino particular devem fazer a inscrição na página do programa até sexta-feira, dia 9.
Neste semestre, o Ministério da Educação vai oferecer 242.9987 bolsas, sendo metade integrais e a outra, parciais para cursos de graduação e sequenciais de formação específica.
Podem concorrer brasileiros sem diploma de curso superior que tenham feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e não tenham zerado a prova. Também é necessário que o candidato atenda ao menos uma das seguintes condições: ter estudado o ensino médio completo em escola pública ou privada como bolsista integral, ter alguma deficiência, ser professor da rede pública ou se enquadrar no perfil de renda exigido.
As bolsas integrais são destinadas a candidatos com renda per capita mensal de até 1,5 salário mínimo e a parcial, para quem tem renda familiar mensal de até três salários mínimos. O resultado dos candidatos pré-selecionados será divulgado no dia 14 de fevereiro.

Projovem oferece 54 mil vagas em 18 estados; matrículas vão até fevereiro

Jovens entre 18 e 29 anos que desejam concluir o ensino fundamental e obter um certificado profissionalizante podem se inscrever no Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem), do Ministério da Educação (MEC). As matrículas vão até o dia 28 de fevereiro. O início das aulas está previsto para março.
Serão oferecidas 54 mil vagas, distribuídas nas modalidades urbano (43 mil) e campo (11 mil). Os interessados devem procurar as secretarias estaduais e municipais de Educação. O Projovem Urbano tem vagas em 13 estados e 25 municípios, incluindo oito capitais, entre elas Manaus, Belém, Recife, Rio de Janeiro, Rio Branco e Natal. No Projovem Campo há vagas em 11 estados e 45 municípios.
Coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, o Projovem oferece cursos com duração ininterrupta de 18 meses na modalidade Urbano, com carga horária total de 2 mil horas. Na modalidade Campo, o curso tem duração total de 24 meses e se organiza pela metodologia de alternância, intercalando tempo escola e tempo comunidade.
“Essa iniciativa beneficia jovens de 18 a 29 anos que saibam ler e escrever e dá a oportunidade para que eles terminem o ensino fundamental”, explica o coordenador-geral de Política Educacional para a Juventude do MEC, o baiano Bruno Alves.
Além de assegurar conteúdos do ensino fundamental regular, o Projovem tem cursos de iniciação profissional em diversas áreas, como administração, agroextrativismo, alimentação, arte e cultura, construção e reparos, esporte e lazer, gestão pública, produção rural familiar, transporte, turismo, vestuário, entre outros.
“Todo o material didático-pedagógico será elaborado e fornecido pelo MEC, e o conteúdo tem uma dinâmica voltada para esses jovens e para essa juventude em suas várias faces”, destaca o coordenador do MEC. Ainda segundo o ministério, o programa oferece também sala de acolhimento para filhos de até 8 anos dos estudantes ficarem durante o horário das aulas dos pais.

Confira a lista dos aprovados no vestibular da Uneb.

A lista dos candidatos aprovados no vestibular da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) foi divulgada nesta sexta-feira (19), no site da instituição

No total foram oferecidas 4.069 vagas, divididas entre 145 cursos de graduação, para os semestres 2018.1 e 2018.2.

O Boletim de Desempenho do Candidato, no entanto, ainda não foi disponibilizado e a expectativa é que seja divulgado na próxima terça (23).

As provas aconteceram entre os dias 17 e 18 de dezembro na Bahia.

Censo Escolar: número de alunos em creches públicas cresce

De acordo com o Censo Escolar da Educação Básica 2017, o número de matrículas no ensino fundamental (1º ao 9º ano) dos colégios públicos caiu em relação ao ano passado. Já nas creches e na pré-escola, subiu. Segundo o G1, o número de alunos matriculados no ensino fundamental em 2017 caiu 1,7% em relação a 2016 – foi de 22.419.989 alunos para 22.056.515. No ensino médio, a queda foi de 2,9% - de 6.878.762 matrículas no ano passado para 6.682.515.
Ainda conforme a publicação, apesar de haver essa redução no número de estudantes matriculados na última etapa da educação básica, o ensino integral cresceu no setor público. Em 2016, 5,95% dos alunos do ensino médio estudavam no período estendido. Neste ano, a taxa subiu para 7,49%. Esse é, inclusive, um dos objetivos do Ministério da Educação (MEC) na reforma do ensino médio.
Creches e pré-escola
Sobre as creches, o Censo mostra que o número de matrículas nas escolas públicas cresceu 6,4% entre 2016 e 2017 – foi de 2.068.682 para 2.209.782 alunos. Os colégios municipais continuam concentrando o maior número de matriculados nessa etapa: 99,8%.
Na pré-escola, também houve aumento no número de matriculados – a elevação foi de 2,6%. Eram 3.772.990 crianças nas escolas públicas e, em 2017, o índice subiu para 3.872.765.
Todo ano, o total de matrículas precisa ser divulgado pelo governo por ser a base para o repasse de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e para a execução de programas na área da educação.
Educação de Jovens e Adultos (EJA)
O número de matrículas na Educação de Jovens e Adultos (EJA), na modalidade presencial, aumentou 4% - de 2.811.939 de alunos em 2016 para 2.928.958 para 2017.

Governo federal reduz autonomia de universidades para gasto com obras

Ministério da Educação (MEC) diminuiu a autonomia das 63 universidades federais do País em relação à execução de recursos para investimentos - como gastos com obras e compras de máquinas. O orçamento aprovado pelo Congresso para 2018 define, pela primeira vez, que só metade da verba de investimento ficará disponível diretamente para as instituições. E o restante ficará a cargo do MEC, que decidirá caso a caso onde usar o dinheiro. O orçamento para o próximo ano prevê cerca de R$ 800 milhões para investimentos nas instituições.

Reitores e especialistas ouvidos pela reportagem apontam para o risco de uso político dos recursos e perda da autonomia universitária na gestão de verbas. Por outro lado, fiscalizações recentes têm apontado irregularidades em compras e na execução de obras em algumas universidades. O ministro da Educação, Mendonça Filho, por exemplo, tem destacado falhas de gestão em parte das federais.
Levantamento do MEC aponta que pelo menos um terço das obras nas universidades federais parou - de 750 registradas, só cerca de 500 estão em execução. Em outubro, um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) apontou possível superfaturamento de R$ 384,7 mil em contrato de obras na Universidade Federal do ABC (UFABC), com irregularidades na compra de materiais. A instituição, em nota, informou que o relatório é só um documento interno com pedidos de esclarecimentos, e não o resultado de um julgamento.
A ideia agora é seguir o modelo já adotado para os institutos federais, que prevê 70% do recurso de investimentos nas mãos do MEC e 30% com os institutos. "Esse recurso (de investimento sob gestão do MEC) é para as universidades e só o que muda é o gerenciamento. Elas continuam tendo autonomia", afirma o diretor de desenvolvimento da rede de universidades federais do MEC, Mauro Rabelo.
De acordo com ele, a estratégia é que as universidades consigam, com a metade de recursos próprios, tocar as obras de menor porte, investir em equipamentos, compra de livros e mobiliário, enquanto o MEC vai gerir o restante, escolhendo o que deve ser prioridade em todo o sistema. Até agora, os reitores tinham total autonomia para escolher como usar o recurso. A distribuição deverá ser feita, de acordo com o MEC, segundo uma matriz de riscos da pasta.
Críticas
A descentralização deixou os reitores com dúvidas sobre quanto, de fato, terão para investir no próximo ano. Para eles, existem riscos de as obras que estão em andamento ficarem paralisadas.
"Temos obras importantes em Osasco e em Diadema (na Grande São Paulo) que podem ficar paralisadas", diz Soraya Smaili, reitora da Unifesp. Neste ano, a Unifesp tinha R$ 34 milhões previstos para investimento, mas nem tudo foi liberado pelo MEC. "Nesse novo formato, só temos garantidos R$ 3,5 milhões para o ano que vem." Por causa das restrições orçamentárias dos últimos anos, as federais já têm reduzido o ritmo das obras e cortado contratos de serviços.
Para ela, já existem mecanismos suficientes para analisar se as obras têm algum problema. "Nossos relatórios têm sido aprovados pela CGU e pelo TCU (Tribunal de Contas da União) ano a ano. Não existe essa má gestão. As novas obras são fundamentais para consolidarmos a expansão e não sabemos como será o ano que vem. Gostaríamos de ter mais clareza do que vai acontecer."
Autonomia
O modelo das universidades federais é menos autônomo do que o que acontece desde 1988, por exemplo, nas estaduais paulistas (USP, Unesp e Unicamp). As três podem gerir como quiserem todo a verba recebida pelo governo do Estado, sem delimitações do que é investimento e custeio, por exemplo. As três instituições recebem uma cota fixa de 9,57% da arrecadação estadual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
"O que me parece é que essa mudança tira a responsabilidade das universidades quando algo der errado", avalia o especialista em ensino superior da Unicamp Renato Pedrosa.
"Quando a coisa aperta, elas podem pedir uma complementação para o ministério. Isso não acontece em São Paulo, por exemplo. Nas universidades estaduais, não existe espaço para pedir complementação, mesmo nos salários", acrescenta.
Processo gradativo
Para o professor de Economia do Insper Sérgio Firpo, o ideal é que as universidades tivessem graus diferentes de autonomia, de acordo com o estágio em que se encontram. "Há universidades que, nos indicadores acadêmicos, não estão tão bem justamente porque não houve tempo de os investimentos maturarem e, portanto, precisam de mais investimentos. O ideal é conceder uma autonomia com responsabilização, com algum sistema de accountability (prestação de contas). Pode-se dar autonomias diferentes dependendo do estágio de desenvolvimento das universidades. Nas mais novas, um grau de intervenção maior, enquanto não se chegou ao estágio em que há, de fato, reconhecimento pelo mérito acadêmico e científico, por exemplo", diz o professor.
Por outro lado, diz Firpo, a centralização pode diminuir eventuais desigualdades que existam no País. "Pode ser louvável, desde que isso esteja associado ao mérito, ou seja, para as universidades que, em geral, estejam agregando a seus estudantes, atrelando o investimento a um conjunto de indicadores."
Mais eficiência
O Ministério da Educação (MEC) disse, em nota, que as universidades federais continuam com autonomia e o orçamento de investimento continuará sendo atribuído a elas. "A lei orçamentária é elaborada pelo Sistema Federal de Planejamento e Orçamento, que tem o MEC como órgão superior e as universidades como unidades orçamentárias descentralizadas. Essa sistemática está prevista na Constituição e demais leis e em nada afeta a autonomia orçamentária das universidades, que continuam com a autoridade de decidir a aplicação dos recursos que lhes são conferidos", afirmou, em nota.
A promessa é de mais eficiência no uso dos recursos, "uma vez que a liberação ocorrerá de acordo com os indicadores da matriz de riscos elaborada pelo ministério, que já vem sendo discutida com os reitores", informou a pasta. Haverá prioridade, por exemplo, a obras de salas de aula e laboratórios e serviços com melhores indicadores de desempenho físico e financeiro.
Diretor de desenvolvimento da rede de federais do MEC, Mauro Rabelo garantiu que não haverá prejuízo às instituições. "O ministério vai acolher as demandas das universidades no início do ano. A matriz foi discutida com a Andifes (associação que reúne os reitores) e os critérios também serão discutidos."
Segundo Rabelo, o uso da verba deste modo é mais racional, pois o MEC consegue acompanhar a situação das obras. Argumentou ainda que não faz sentido distribuir o mesmo recurso de investimento todos os anos da mesma forma. "Uma universidade que recebeu R$ 50 milhões em um ano não precisa necessariamente deste mesmo valor no ano seguinte, porque pode ter concluído as obras."
E reiterou não haver perda de autonomia. "Metade do recurso terá autonomia completa. A outra metade terá de passar pelo MEC e, então, vamos olhar a situação das 63 universidades, concorrendo entre si, para que o recurso seja alocado para cada uma delas segundo o estado em que se encontram." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Confira fotos da III Conferência Municipal de Educação de Iaçu

No dia 11 de dezembro, foi realizado no Clube Municipal de Iaçu a III Conferência Municipal de Educação, que teve como tema A Consolidação do SNE e o PNE: Monitoramento, avaliação e proposição de políticas para a garantia do direito à educação de qualidade social, pública gratuita e laica.

Estiveram presentes no eventos a Secretária de Educação Rita de Cassia Maia de Jesus e a palestrante e Diretora Regional do Núcleo Territorial de Educação - NTE14 Eliana Moraes, Marcos Reis, Kathia Flôr além dos Vereador Magno Flôr, o Vereador Periri, Neto da Cerâmica e demais autoridades.







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